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Extrutura Externa do Sol

FOTOSFERA
Aparentemente, à vista desarmada ou com instrumentos de baixa precisão, a superfície solar é bastante uniforme. Na realidade ela é formada por pequenas estruturas hexagonais, os grânulos, de forma irregular e separadas por zonas mais escuras. Verificou-se posteriormente que essas estruturas são topos de colunas ascendentes de gás aquecido que ao se resfriarem descem pelas zonas escuras vizinhas decorentes dos processos de convecção, que mistura o gás nas camadas inferiores a fotosfera. Estima-se que a diferença de temperatura entre os grânulos e as zonas escuras é de cerca de 1000 K. Como o campo magnético é muito intenso em certas regiões (pelos efeitos explicados anteriormente) as linhas ficam quase perpendiculares à superficie e a matéria tende a se mover ao longo das linhas, nesse caso, a matéria fica "confinada'' a elas.

 Com isso há um bloqueio no movimento convectivo e o plasma desloca-se verticalmente, acompanhando as linhas e não horizontalmente para descer pelas zonas escuras. Então reduz-se a propagação do calor em certas áreas, que se tornam mais frias que as áreas circunvizinhas, emitindo pouca radiação. Isto é que caracteriza as manchas solares na fotosfera. Constatou-se que o número de manchas solares sofre variações periódicas e essas variações estão ligadas ao "Sol calmo" e ao "Sol ativo".  Partindo do "Sol calmo", estágio de mínima atividade, observa-se que durante 4,6 anos há um aumento rápido das manchas atingindo um valor máximo.

 Após esse máximo transcorrem cerca de 6,4 anos onde se constata uma diminuição gradual nas manchas, atingindo novamente uma atividade mínima. No total entre um estágio de 4,6 anos de "Sol ativo" e o outro estágio de 6,4 anos de "Sol calmo" decorrem cerca de onze anos. Embora cada onze anos de atividade seja igual ao outro no seu aspecto visual, deve-se considerar que a polaridade magnética do Sol se inverte, ou seja, as manchas que ocorreram no hemisfério norte durante o "Sol ativo", irão ocorrer no hemisfério sul no estágio correspondente ("Sol ativo")e vice-versa. Com isso nós temos um período completo vinte e dois anos de atividades solares, quando então o ciclo recomeça.

CROMOSFERA
É uma região externa à fotosfera. A temperatura na cromosfera se reduz a partir da fotosfera até atingir 500 km de altitude com 4000 K e, então há novamente um aumento até atingir 9000 K a altitude de 2000 km quando se inicia a coroa. A observação da cromosfera, por muito tempo só foi possível quando ocorriam eclipses totais que encobriam a luz fotosférica. Só há poucas décadas desenvolveu-se um instrumento , o coronógrafo, que simula o eclipse solar total, e nada mais é do que um telescópio preparado com filtros e obstáculos especiais que permitem somente a passagem da luz da cromosfera e coroa.

Ocorrem ainda as protuberâncias solares que se elevam da cromosfera para a coroa. Estas são visíveis sem instrumentos durante os eclipses solares totais, ou com o auxílio do coronógrafo. Essas protuberâncias podem ser eruptivas, de rápida duração, ou protuberâncias quiescentes que podem durar várias rotações solares. As protuberâncias possuem uma densidade muito superior à coroa circundante e temperatura de 10.000 a 20.000 K. Esses fenômenos são devido à assossiação de campos magnéticos que variam de 20 a 200 Gauss. Quando as explosões que dão origem às protuberâncias ocorrem, e isso aparece principalmente nas proximidades das manchas solares na fotosfera, é que se percebe a influência do Sol sobre a atmosfera terrestre.

Tal atividade pode interromper as comunicações a longa distâncias. Ocorre que partículas com muita energia são lançadas ao espaço e atingem a Terra provocando uma ionização da atmosfera terrestre. Em consequência, a ionosfera (camada atmosférica terrestre) deixa de refletir as ondas de rádio emitidas pelo Sol para o espaço e as ondas de rádio das emissoras de volta para a Terra, podendo interromper as comunicações a longa distância. Grande parte da radiação emitida pelo Sol atenua-se na nossa atmosfera, a qual atua como filtro bloqueando as radiações mais prejudiciais a formas de vida na superfície terrestre.

COROA
É a camada mais impressionante do Sol e a mais extensa delas (abrange praticamente todo o Sistema Solar). A densidade da matéria nessa camada é cerca de 10 milhões de vezes menor que na fotosfera e diminui conforme se afasta do Sol. Em condições normais também não pode ser vista, pois a sua emissão de luz é um milhão de vezes menor que a luz da fotosfera. Pode ser visualizada em eclipses solares totais e com o coronógrafo. A Coroa pode ser distinguida em três regiões: Coroa interna com expessura 1,3 raios solares a partir da cromosfera; Coroa intermediária que vai de 1,3 a 2,5 raios solares e a Coroa externa de 2,5 a 24 raios solares. Ao longo da translação terrestre, a Terra caminha imersa na coroa solar, e a radiação presente nela (advinda do Sol) bombardeia continuamente nosso planeta.
Fonte: www.apollo11.com

O SOL

*Massa: 332.83 vezes a da Terra
*Diâmetro: 1390000 km
*Temperatura: 6000 C
*Composição Química: Hidrogênio, Hélio, Nitrogênio, Carbono, neon, Ferro, Silício, Magnésio e enxofre. Sol é a estrela mais próxima de nós e ao seu redor giram 8 planetas, centenas de asteroides, dezenas de satélites, um grande número de cometas e cinco planetas-anões. O Sol é uma estrela devido à grande quantidade de massa que tem, de aproximadamente 334.672 vezes a massa da Terra e é constituído principalmente de hidrogênio e hélio.

Onde fica o Sol
O Sol ocupa uma posição na periferia da Via-láctea, a 27 mil anos luz do seu centro. Isso corresponde a 2/3 do raio total da Galácia. A posição atual do Sol é conhecida como Braço de Orion, como mostra a imagem ao lado. Da mesma forma como a Terra gira ao redor do Sol, este também orbita ao redor do centro da Galáxia.

O ano solar é de aproximadamente 200 milhões de anos terrestres e sua velocidade orbital é de 250 km/s. Sendo a idade do Sol de aproximadamente 4.6 bilhões de anos, é correto afirmar que até agora o Sol já realizou cerca de 22 revoluções completas ao redor da Via-láctea. A magnitude de uma estrela é medida supondo que estivesse a uma distância de 32.6 anos-luz. Se o Sol fosse colocado a esta distância, seu brilho seria semelhante ao de uma estrela de magnitude igual a cinco. Assim, o Sol é uma estrela de quinta magnitude.

A formação do Sol
Os estudos mais recentes ainda não explicam exatamente como o Sol se formou, mas uma das teorias mais aceitas diz que antes de existir o Sol e os planetas, o que existia no lugar do sistema solar era uma gigantesca nuvem de gases e poeira, bem maior que o sistema solar. Os gases dessa nuvem seriam os que conhecemos: oxigênio, nitrogênio e principalmente hidrogênio e hélio. A poeira seria formada por todos os outros elementos químicos: ferro, alumínio, urânio, etc. Por algum motivo ainda não explicado, essa nuvem encontrou condições adequadas para se aglomerar e se juntar em pequenos blocos, e que começaram a se juntar em blocos cada vez maiores.

Acredita-se que o bloco que se formou primeiro no centro da nuvem ficou tão grande e pesado que sua força gravitacional tornou-se forte o suficiente para reter os gases com muita facilidadeContinuando a atrair os gases devido à forçao gravitacional, esse bloco aumentou tanto de tamanho e massa que acabou se transformado no Sol. Os blocos menores que se formaram ao redor do bloco central deram então origem aos planetas. Algumas pessoas pensam que os planetas são pequenas bolhas expelidas pelo Sol, pois os cientistas do século 19 e início do século 20 pensavam assim. Atualmente sabe-se que isso não é verdade e a teoria apresentada, de gás e poeira, é a mais aceita entre a comunidade científica.

O Sol
Pela Lei da Gravitação Universal de Isaac Newton (1642-1727) é possível calcular a massa solar que é estimada em 334.672 vezes a massa da Terra, o que equivale a 1.91030 kg, com um raio de 700 mil km.
A densidade média é 1.4 g/cm3, já que a matéria não é homogênea em seu interior. No centro solar a densidade é muito maior, enquanto que nas camadas externas é muito inferior. O seu eixo de rotação tem uma inclinação em relação ao plano da eclíptica de 7° 15''. Apesar da massa estelar ser centenas de milhares de vezes maior que a da Terra, a gravidade na superfície solar é somente 28 vezes maior que a gravidade terrestre.

A superfície não é sólida mas sim em estado de plasma e gás e apresenta temperatura da ordem de 5770 graus Kelvin. O fato de o Sol ser basicamente um corpo constituído por um fluído (plasma e gás), provoca o fenômeno conhecido como rotação diferenciada. A velocidade dessa rotação varia nas diferentes latitudes com um valor máximo no equador (2 km/s) correspondendo a 25.03 dias e uma mínima nos pólos com um período de 30 dias. Essas informações só foram possíveis graças à observação das manchas solares, vistas mais adiante. O Sol representa 99.867% de toda a massa do Sistema Solar. O restante está dividida entre os planetas, asteróides, satélites e cometas.

Como o Sol funciona
Quando só as reações químicas eram conhecidas para a produção de fogo e calor, acreditava-se que o Sol funcionava de maneira similar, até que os cientistas calcularam sua massa e quantidade de energia necessária para mante-lo aquecido. Constatou-se que se assim fosse, o Sol não duraria mais de 100 anos. Como o Sol é muito mais velho que 1 século, o mecanismo de geração de calor deveria ser outro, descoberto na primeira metade do século XX, a partir do estudo da energia atômica. Sabemos que quando um gás é comprimido, este tende a se aquecer.

 Para comprovar isso, experimente encher um pneu de bicicleta usando uma pequena bomba manual. Tanto o bico do pneu como a extremidade próxima da bomba se aquecem. Isso ocore por que o gás que está dentro da bomba é comprimido pela força que você faz para encher o pneu. Quando o pneu está quase cheio e você faz mais força, o gas fica ainda mais quente. Sabemos também que a pressão aumenta com a profundidade. Se mergulharmos 2 ou 3 metros dentro de uma piscina percebemos claramente o aumento da pressão em nossos ouvidos. No Sol, a pressão é milhões de vezes maior que a pressão na Terra. Para se ter uma idéia, no Sol pode-se afundar até 50 vezes o diâmetro da Terra sem que cheguemos ao seu centro. O hidrogênio, combustível principal do Sol, aos ser submetido à essa gigantesca pressão, chega a atingir temperaturas de até 15 milhões de graus.

Nestas condições o núcleo do hidrogênio se funde e se transforma em hélio, liberando uma enorme quantidade de energia. Esse processo se chama fusão nuclear e produz milhões de vezes mais energia que as reações nucleares produzidas na Terra. Aqui na terra recebemos somente uma pequena fração de toda a energia que o Sol produz. Foi somente no século XX que os cientistas atingiram conhecimentos teóricos suficientes para elaborar uma teoria a respeito de toda a energia que o Sol irradia. O Sol é formado por três pricipais camadas: A fotosfera, a crosfera e a coroa solar.

Estrela Canis Majoris

Seria preciso mais de 7.000.000.000.000.000 (7 × 1015 ou 7 quatrilhões) Terras para preencher o volume de VY Canis Majoris. Seu diâmetro tem quase 3 Bilhões de km

VY Canis Majoris (VY CMa) é uma estrela hipergigante vermelha localizada na constelação do cão maior. Esta é a maior estrela conhecida e uma das mais luminosas. Uma equipe de astrônomos liderados por Roberta Humpreys, da Universidade de Minnesota através do Telescópio Espacial Hubble e do observatório de W.M. Keck, Kameula, Havaí estimou que seu raio está entre 1800 e 2100 raios solaresExistem duas opinões controversas sobre esta estrela. Uma delas (segundo os estudos de Roberta Humpreys) é de que a estrela é uma hipergigante, muito grande e luminosa. A outra (com base nos estudos de Massey, Levesque e Plez) é de que a estrela é uma supergigante normal, com um raio estimado em 600 raios solares.

No primeiro caso, sua superfície se estenderia além da órbita de Saturno. A estrela tem o diâmetro de 2.940.000.000 (lê-se: dois bilhões e novecentos e quarenta milhões) planetas Terra. Estimações anteriores de seu diâmetro dizem-na ainda maior, com um raio de quatorze unidades astronômicas, o que equivale a 3000 raios solares. VY Canis Majoris já perdeu cerca de metade da sua massa e o seu fim será, provavelmente, uma explosão de supernova, dentro de aproximadamente 3200 anos.

 Esta é de fato a estrela de maior interesse seguida por betelgeuse uma super gigante vermelha. VY Canis Majoris é muito mais que um monstro estrelar, ela tem 2 bilhões e 800 milhões de quilômetros de diâmetro Um avião comercial que viaja a 900 km/h levaria 1.100 anos para dar uma volta em torno dela. Quando Observamos algo deste tamanho é claro que sempre faremos as devidas comparações, mas devemos sempre compreender que tamanho não é documento, uma estrela deste tamanho vive muito pouco, apenas alguns milhões de anos. Não posso deixar de afirmar que esta estrela é uma das maiores maravilhas energéticas do universo conhecido.
Fontes: NASA, ESA,
http://www.astrofisicos.com.br/

Estrela Hipergigantes

Estrelas hipergigantes (luminosidade classe 0) são estrelas que possuem massa de pelo menos 50 vezes a massa do Sol e luminosidade acima de 1 milhão de vezes àquela emitida pela estrela do Sistema Solar.
Fonte:Wikipédia, a enciclopédia livre.

Classificação estelar

Em astronomia, classificação estelar é uma classificação de Estrelas baseadas na temperatura da fotosfera e suas características espectrais associadas, e refinada a seguir em termos de outras características. As temperaturas estelares podem ser classificadas usando-se a lei do deslocamento de Wien; mas isto cria dificuldades para estrelas distantes. A espectroscopia estelar oferece uma maneira de classificar estrelas de acordo com suas linhas de absorção; linhas de absorção particulares podem ser observadas somente para uma dada temperatura porque somente nessa temperatua os níveis de energia atômica envolvidos estão povoados. Um esquema antigo do século 19) utilizava letras de A ao P, e é a origem das classes espectrais usadas atualmente.
Fonte:Wikipédia, a enciclopédia livre.

Estrela gigante tem cauda do tamanho do Sistema Solar


Gigante vermelha

Há pouco mais de um mês, astrônomos descobriram que a supergigante vermelha Betelgeuse, uma das estrelas mais brilhantes no céu, quase 1.000 vezes maior do que o Sol, está encolhendo misteriosamenteAgora, usando diferentes técnicas estado da arte em um dos telescópios mais modernos do mundo, dois grupos independentes de astrônomos acreditam ter encontrado uma explicação para esse encolhimento que pode chegar a 1% ao ano.

A estrela gigante Betelgeuse emite gigantescas quantidades de massa no espaço, formando uma espécie de cauda tão grande quanto o Sistema Solar inteiro. As escalas mostram o Sol e o Sistema Solar, para dar a dimensão da estrela e de sua cauda. [Imagem: ESO]


Supernova

Os cientistas descobriram que a Betelgeuse tem uma espécie de cauda, uma gigantesca emanação de gases tão grande quanto o nosso Sistema Solar inteiro, além de uma espécie de bolha fervente em sua superfície. Essas podem ser as razões por trás da enorme perda de massa da estrela. Apesar de sua magnitude, Betelgeuse está se aproximando rapidamente do fim da sua vida. Emitindo luz equivalente a 100.000 Sóis, ela perde massa rapidamente e logo deverá explodir como uma supernova. Quando isto  acontecer, a supernova poderá ser vista da Terra mesmo à luz do dia.

Convecção

Os astrônomos ainda não sabiam explicar como uma estrela consegue perder uma quantidade tão grande de massa em tão pouco tempo - em apenas 10.000 anos. Agora, com as imagens feitas a partir do Telescópio VLT (Very Large Telescope), eles parecem ter encontrado a resposta. As imagens, que se aproximam da qualidade teórica máxima do telescópio, graças às técnicas de correção utilizadas, mostram que a ejeção de massa da estrela é assimétrica, e não distribuída igualmente em todas as direções. Isso poderia se dever a duas razões: a massa poderia ser ejetada a partir dos pólos, devido à rotação da estrela, ou de outra parte da estrela por gigantescos movimentos de gases conhecidos como convecção. As novas imagens mostraram que a segunda opção é a explicação correta. Esta é a primeira vez que o movimento de gases é observado diretamente em outra estrela que não o Sol. Os gases estão se movendo para cima e para baixo, formando bolhas tão grandes quanto a própria estrela. Os astrônomos propõem que é esse movimento maciço que está arremessando a massa da estrela para o espaço.

Planeta como a Terra pode surgir em sistema binário

Concepção mostra como seria o sistema binário HD 113766

 Astrônomos da Nasa suspeitam que um planeta rochoso parecido com a Terra possa estar se formando na órbita de uma das estrelas do sistema binário HD 113766, distante 424 anos-luz do nosso planeta. Os dados foram obtidos pelo telescópio espacial Spitzer e divulgados pela agência espacial americana nesta quarta-feira.Uma concepção artística mostra como seria o sistema binário. Os dois pontos amarelos representam os sistemas das duas estrelas. O círculo marrom em volta da estrela mais próxima é um grande cinturão de asteróides, que tem cerca de 100 vezes o tamanho do cinturão de rochas localizado no Sistema Solar. 

 O material rochoso no cinturão representa os estágios iniciais de planetas em formação, quando a união de grãos de poeira forma rochas. Ao colidirem, essas rochas resultam em formas ainda mais massivas, os chamados planetas-anões. O cinturão está localizado no meio da zona habitável do sistema, onde a água pode permanecer na forma líquida. Mais afastado do centro do sistema, um anel branco mostra uma concentração de poeira congelada. Ele está em posição equivalente ao cinturão de asteroides do Sistema Solar, mas contém cerca de seis vezes mais material do que o cinturão localizado no centro do sistema binário. 

 Os astrônomos dizem que não está claro se algo está acontecendo nesse cinturão congelado, mas acreditam que ele possa ser uma posterior fonte de água para um futuro planeta que possa surgir no cinturão interno, onde a temperatura é maior.


Fonte:Portal Terra

Tipos de Estrelas

Anã branca: Estrela pequena e quente, que se acredita assinalar o estágio final de evolução de uma Estrela como o Sol. Uma Anã branca é mais ou menos do tamanho da Terra, embora contenha tanta matéria quanto o Sol. Essa matéria compacta é tão densa que um dedal dela pesaria uma tonelada ou mais. As Anãs brancas são tão fracas que mesmo as mais próximas de nós, que giram em torno de Sirius e de Procyon, só são vistas com telescópio.